Psicologia do Desenvolvimento



É possível ajustar o nosso relógio biológico?

Para quem julga que o relógio biológico se resumia ao instinto feminino da maternidade, ele pode ser bem mais complexo do que isso. 

O relógio toca às 6h da manhã. Hora de acordar e voltar para o trabalho depois de um mês de férias. Olhamos para o relógio e duas, três vezes a ver se a hora está certa, não acreditando que já é hora de levantar. Finalmente, levanta-mo-nos, pensando “mas eu ainda estou com tanto sono!”. O problema é que o relógio mecânico está certo, mas o nosso relógio biológico não.

 O termo relógio biológico é uma metáfora para uma parte do cérebro responsável pelo controle dos ritmos biológicos (chamados circadianos, que são ritmos com duração de 24 horas). É ele que regula os horários de dormir, acordar, comer e também outras atividades do corpo como esvaziar os intestinos e a bexiga e produzir hormônios como a melatonina, o cortisol e o hormônio do crescimento. 

 O relógio toca às 6h da manhã. Hora de acordar e voltar para o trabalho depois de um mês de férias. Olhamos para o relógio duas, três vezes para ver se a hora está certa, não acreditando que já é hora de levantar. Finalmente, levantamo-nos, pensando “mas eu ainda estou com tanto sono!”. O problema é que o relógio mecânico está certo, mas o nosso relógio biológico não.

 O termo relógio biológico é uma metáfora para uma parte do cérebro responsável pelo controle dos ritmos biológicos (chamados circadianos, que são ritmos com duração de 24 horas). É ele que regula os horários de dormir, acordar, comer e também outras atividades do corpo como esvaziar os intestinos e a bexiga e produzir hormônios como a melatonina, o cortisol e o hormônio do crescimento.

 Assim, se estávamos acostumados a dormir e acordar mais tarde durante as férias, o nosso organismo vai continuar seguindo o horário antigo, e vamos sentir mais dificuldade para acordar cedo, sonolência durante o dia e provavelmente não vamos ter sono na hora de deitar. É provável também que não sintamos fome na hora do almoço ou do jantar, por exemplo, se esses horários foram alterados durante as férias também. Essa falta de sincronia do relógio biológico também provoca insônia, alteração de humor e queda do rendimento físico e mental.

 É também por causa dele que mudanças bruscas de horário, como voltar ao trabalho ou às aulas depois das férias, mudança do horário de verão e viagens com troca de fuso horário, não são fáceis. Isso acontece porque o corpo se mantém no horário anterior, fazendo com que os relógios (o mecânico e o biológico) saiam de sincronia.

Luz e Exercício Físico

  Mas como qualquer relógio, o relógio biológico também pode ser ajustado. Naturalmente o corpo acostuma-se com as mudanças e o relógio biológico e adapta-se aos novos horários. Mas isso demora cerca de uma semana (algumas pessoas podem demorar mais tempo, ou menos) e é preciso manter uma rotina para que o organismo se acostume.

  Quem sofre para se adaptar às mudanças de horário, ou mesmo para acordar cedo ou dormir mais tarde, pode ajudar o seu relógio interno a ajustar-se. Alguns cientistas referem que a luz é o principal regulador do relógio biológico, e recomendam a exposição à luz solar como o melhor modo para ajustá-lo, assim como a prática do exercício físico para activar o sistema.


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